Eu me admiro com a capacidade humana de inventar e isso provém de necessidades,sabe-se que o mundo antigamente era muito dependente do petróleo, porém nos tempos atuais temos energias renováveis a base de plantas, sol, vento e agora na China temos o Tório.
O que seria o Tório?
O tório é um dos elementos mais abundantes na mãe natureza. Um metal natural, ligeiramente radioativo. Quando puro, o tório é um metal branco prateado que mantém o seu brilho por diversos meses. Entretanto, na presença do ar escurece lentamente tornando-se cinza ou, eventualmente, preto.
É compreensivo o fato da China buscar novas formas de energia, me refiro isso pelo acontecimento que amrcou o primero semestre desse ano, em Fukushina no Japão, países estão preocupados com o urânio e sua capacidade de contaminhttp://www.blogger.com/img/blank.gifação.
Uma tonelada de tório pode produzir a mesma energia de 200 toneladas de urânio e de 4 milhões de toneladas de carvão. Ademas, o tório é um combustível altamente eficiente que se pode aproveitar 100%, sem nem mesmo requerer um maior tratamento e com resíduos menos nocivos que o urânio.
O tório é seis vezes mais abundante que o urânio, e tem um potencial 200 vezes maior. Se cavassem uma cratera de um hectare de rocha e terra até uma profundidade de 30 centímetros, e logo depois extraíssem todos os materiais radiativos, se obteriam 8,1 kg de urânio, 46,1 kg de tório, 7,7 kg de potássio-40 e 0,0065 gramas de radio.
A Índia será o primeiro país que irá garantir sua independência energética com o tório. O país indiano é o segundo em abundancia de reservas tório em suas terras, atrás apenas da Austrália. Em 2003 o país lançou um ambicioso projeto para empregar o tório na geração de mais de 20.000 MW de energia nuclear para o ano de 2020 e alcançar assim sua independência energética.
Fonte:clique aqui
Mostrando postagens com marcador Meio Ambiente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Meio Ambiente. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 3 de junho de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Na terra há lixo demais, o oceano agora é o nosso lixão

Na reportagem da National Geographic, link aqui, mostra o percurso do lixo, principalmente o plástico, que seguem as correntes marítimas e fazem o nosso mundo uma grande lixeira.O engraçado de tudo que literalmente vivemos no lixo, mas não aparenta, se você parar para pensar,no espaço a milhões ou quem sabe bilhões de entulho espacial, até uma empresa japonesa propôs a construir um grande coletor para trazer esse lixo do espaço para a terra.Na terra(sentido solo,chão) nem se fala, leiam uma matéria também da National Geographic, que no Rio de Janeiro estão implementando um lixão em cima de um aquífero, veja aqui, mas que ME&*@ É ESSA? Que planejamento urbano é esse?
Agora o oceano é o lixão do mundo, porém não é de agora isso,já passou no fantástico uma ilha feita de plástico e outros materiais, resumindo LIXO, que circula pelo mar, antes fosse o velho meio de comunicação realizado no mar antes do código Morse, as garrafas com bilhetes.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
O código florestal
Mais uma do congresso nacional, querem mexer na lei sobre preservação ambiental as APPs(Área de Preservação Permanente), dentre outras, que poderão afetar de forma negativa o nosso entendimento do que será natureza no futuro, vejam o vídeo, é rápido e de fácil entendimento,quem prestar atenção nele poderá acessar um site e participar de uma iniciativa para não aprovarem essa lei
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
A morte das abelhas

O que tem haver você com isso?, bem, eu vou começar falando do email que recebi, sendo que esse email é de uma ONG que mostra os problemas do mundo, seja esse humano ou físico e eu já li matérias de revistas e artigos falando sobre esse assunto, vejam e se quiserem façam suas reivindicações no link que passarei:
Silenciosamente, bilhões de abelhas estão morrendo, colocando toda a nossa cadeia alimentar em perigo. Abelhas não fazem apenas mel, elas são uma força de trabalho gigante e humilde, polinizando 90% das plantas que produzimos.
Vários estudos científicos mencionam um tipo de agrotóxico que contribui para o extermínio das abelhas. Em quatro países Europeus que baniram estes produtos, a população de abelhas já está se recuperando. Mas empresas químicas poderosas estão fazendo um lobby pesado para continuar vendendo estes venenos. A única maneira de salvar as abelhas é pressionar os EUA e a União Europeia para eles aderirem à proibição destes produto letais - esta ação é fundamental e terá um efeito dominó no resto do mundo.
Não temos tempo a perder - o debate sobre o que fazer está esquentando. Não se trata apenas de salvar as abelhas, mas de uma questão de sobrevivência. Vamos gerar um zumbido global gigante de apelo à UE e aos EUA para proibir estes produtos letais e salvar as nossas abelhas e os nossos alimentos. Assine a petição de emergência agora, envie-a para todo mundo, nós a entregaremos aos governantes responsáveis:
veja aqui
s abelhas são vitais para a vida na Terra - a cada ano elas polinizam plantas e plantações com um valor estimado em US$40 bilhões, mais de um terço da produção de alimentos em muitos países. Sem ações imediatas para salvar as abelhas, poderíamos acabar sem frutos, legumes, nozes, óleos e algodão.
Nos últimos anos, temos visto um declínio acentuado e preocupante a nível global das populações de abelhas - algumas espécies de abelhas estão extintas e outras chegaram a 4% da população no passado. Cientistas vêm lutando para obter respostas. Alguns estudos afirmam que o declínio pode ser devido a uma combinação de fatores, incluindo doenças, perda de habitat e utilização de produtos químicos tóxicos. Mas um importante estudo independente recente produziu evidências fortes culpando os agrotóxicos neonicotinóides. A França, Itália, Eslovênia, e até a Alemanha, sede do maior produtor do agrotóxico, a Bayer, baniram alguns destes produtos que matam abelhas. Porém, enquanto isto, a Bayer continua a exportar o seu veneno para o mundo inteiro.
Este debate está esquentando a medida que novos estudos confirmam a dimensão do problema. Se conseguirmos que os governantes europeus e dos EUA assumam medidas, outros países seguirão o exemplo. Não vai ser fácil. Um documento vazado mostra que a Agência de Proteção Ambiental dos EUA já sabia sobre os perigos do agrotóxico, mas os ignorou. O documento diz que o produto da Bayer é "altamente tóxico" e representa um "grande risco para os insetos não-alvo (abelhas)".
Não podemos mais deixar a nossa cadeia alimentar delicada nas mãos de pesquisas patrocinadas por empresas químicas e os legisladores que eles pagam. Proibir este agrotóxico é um caminho necessário para um mundo mais seguro tanto para nós quanto para as outras espécies com as quais nos preocupamos e que dependem de nós.
Com esperança,
Alex, Alice, Iain, David e todos da Avaaz
Se caso vocês se interessarem vejam essas matérias:
-Itália proibe agrotóxicos neonicotinóides associados à morte de abelhas: veja aqui
-O desaparecimento das abelhas melíferas:Veja aqui
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Brincando com o clima do mundo - Guerra Climática
O titulo é bem sugestivo e chama a atenção para o aquecimento global, o homem como causador da crise climática, mas esse título tem algo a mais, não é apenas a forma como o homem trata a natureza, principalmente com a poluição, mas a tecnologia por trás que o homem criou para mudar o clima. Não entendeu ainda?, pois bem, é a utilização de ondas ELF(ondas de baixa freqüência) na ionosfera para alterar o clima em qualquer parte do mundo.
Os Estados Unidos está com um projeto em andamento denominado (HAARP) em português: Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Freqüência, que utilizam dessas freqüências, mas apenas como teste, porém eu fico imaginando, será que toda essa confusão do clima tem alguma coisa a ver com esses testes?.Os Estados Unidos possuem 3 desses aparelhos, a Rússia possui 1, assim como na União Européia , mais precisamente na Noruega.
Como funciona esse aparelho?
Na verdade são antenas que utilizam das ondas ELF, para empurrar a ionosfera, nisso, há mudanças das massas de ar alterando a corrente. Essas ondas também pode provocar terremotos, dependendo do local e do alcance da onda que a antena esteja, em caso de terrenos susceptíveis a terremotos ( instáveis). Vejam esse vídeo logo abaixo, mostra de forma detalhada todo o processo, com imagens e opiniões de cientistas.
Se voces se interessaram pelo post eu indico esse link http://www.realidadeoculta.com/haarp.html para todos entenderem melhor o que é o projeto HAARP (Se caso a gente não for pego pelo governo Norte Americano por expor tamanha tecnologia)
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Sinto Raiva e fico triste ao mesmo tempo...pode isso???
Quando voces lerem esse post eu acho que sentirão esses dois sentimentos.
No dia 1º de setembro, uma vila no Japão de nome Taiji(com 3,5 mil habitantes), recomeçou a temporada de caça aos golfinhos.A foto logo abaixo divulgada pelo Instituto Sea Shepherd, mostra um barco de pescadores sobre a águas tingidas pelo vermelho vivo do sangue dos animais. A imagem foi fotografada em 2006.

O instituto lamentou o fato de a caça ter atraído este ano menos atenção da imprensa que em 2009.
Ric O'Barry, que treinou golfinhos para a série de tv Flipper, vai entregar na embaixada do Japão nos Estados Unidos um pedido com 1,7 milhão de assinatura para que a pesca seja proibida.
O documento The Cove, vencedor do Oscar, que mostrou a matança dos golfinhos na região, contribuiu para que a petição tivesse tantas adesões.
A população do local afirma que não deixará de matar os golfinhos porque faz parte de sua cultura pesqueira.
Fonte:http://e-paulopes.blogspot.com/2010/09/sangue-de-golfinhos-tinge-as-aguas-do.html
A forma maligna que essas pessoas realizam tal prática é associada a um assassino, os "pescadores"(se é que podemos dizer assim) atraem os golfinhos ou para o raso, perto da praia onde não tem como escapar, por estarem encalhados ou para um lugar onde não podem se dispersar como uma baía ou enseada, utilizando-se de redes,ganchos e pedaços de paus para matar suas vítimas.
No dia 1º de setembro, uma vila no Japão de nome Taiji(com 3,5 mil habitantes), recomeçou a temporada de caça aos golfinhos.A foto logo abaixo divulgada pelo Instituto Sea Shepherd, mostra um barco de pescadores sobre a águas tingidas pelo vermelho vivo do sangue dos animais. A imagem foi fotografada em 2006.

O instituto lamentou o fato de a caça ter atraído este ano menos atenção da imprensa que em 2009.
Ric O'Barry, que treinou golfinhos para a série de tv Flipper, vai entregar na embaixada do Japão nos Estados Unidos um pedido com 1,7 milhão de assinatura para que a pesca seja proibida.
O documento The Cove, vencedor do Oscar, que mostrou a matança dos golfinhos na região, contribuiu para que a petição tivesse tantas adesões.
A população do local afirma que não deixará de matar os golfinhos porque faz parte de sua cultura pesqueira.
Fonte:http://e-paulopes.blogspot.com/2010/09/sangue-de-golfinhos-tinge-as-aguas-do.html
A forma maligna que essas pessoas realizam tal prática é associada a um assassino, os "pescadores"(se é que podemos dizer assim) atraem os golfinhos ou para o raso, perto da praia onde não tem como escapar, por estarem encalhados ou para um lugar onde não podem se dispersar como uma baía ou enseada, utilizando-se de redes,ganchos e pedaços de paus para matar suas vítimas.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Bicicletas feitas de Bambu.

O designer Craig Calfee, que já construiu bicicletas para grandes ciclistas profissionais teve a brilhante ideia de desenvolver o projeto Bamboosero, que ensina homens e mulheres pobres a construir bikes a partir de bambus – uma matéria-prima abundante na maioria dos países em desenvolvimento, forte, flexível e duradoura.
O projeto já existe em Gana, Zâmbia, Filipinas, Uganda e Nova Zelândia.
Porque não pode ser implantado aqui no Brasil???,apesar que nos bairros pobres daqui existe mais bananeiras, caramboleira, mangas e amendoeiras seria interessante se a Universidade Federal da Bahia (UFBA) fizesse este projeto já que o campus é rodeado de bambus e o projeto de um ônibus que rodasse dentro do campus ainda não existe, vamos botar os estudantes para pedalar, uma forma saudável de vida...hsauhsauhsauhs
Fonte:http://super.abril.com.br/blogs/planeta/
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Biopneus!!!!! Supimpa!!! é o 'ó do borogodó'!!!

Nesses pneus o componente principal não vem do petróleo e sim da cana-de-açúcar, do milho e até de uma gramínea, a switchgrass, muito pesquisada nos EUA. O novo processo usa os açúcares derivados dessa biomassa para gerar um composto químico chamado isopreno. Hoje ele vem do petróleo, que é aquela coisa que todos sabemos, porém um dos processos dificeis é a conversão do açúcar em isopreno, porém isto foi solucionado com um processo de fermentação baseado em uma cepa de bactérias geneticamente modificadas para converter os carboidratos da biomassa em nosso bioisopreno.A empresa Goodyear está interessada nesse recurso e até fechou negócio para produção em escala industrial.Agora temos que pensar se essa produção afetará a produção de alimentos, porque o terreno dedicado a plantação para os futuros pneus ecológicos, deixará de produzir para consumo humano.Um futuro racional é o que buscamos, e o homem tem a capacidade de se adequar as situações, como afirmado pelo titio Charles Dawin, não é a toa que estamos dominando o mundo a milhares de anos.

Fonte:http://www.explicacao.net/2010/07/os-pneus-verdes-ou-biopneus-podem.html
Os 10 campos de petróleo mais perigosos do mundo
A Aliança Global para Combustíveis Renováveis (GRFA, na sigla em inglês), entidade que reúne produtores de combustível renovável de todo o mundo, divulgou uma lista com as dez regiões mais arriscadas para explorações petrolíferas. Entre os campos listados, está o de Tupi, no pré-sal brasileiro.
A lista negra
1 - Estados Unidos, Golfo do México
Decorrente ao grande vazamento que jorrou mais ou menos 60 mil barris de petróleo no mar durante mais de quatro meses

2 - Austrália, Margaret River
A exploração de petróleo na região, que fica a 85 km da cidade de Margaret River, costa oeste australiana, foi aprovada este ano. Um acidente no local, considerado santuário potencial silvestre, constituiria um cataclisma ambiental - cerca de 90% da vida marinha australiana se concentra ali.

3 - Refúgio Nacional de Vida Silvestre do Ártico
As explorações acontecem na planície costeira da maior reserva silvestre americana, em uma região conhecida como "1002". Encontram-se aí mais de 80 espécies de aves e 30 de mamíferos, incluindo ursos polares em risco de extinção. Segundo a GRFA, faltam planos e equipamentos adequados para responder a uma ruptura, como a do Golfo, no Oceano Ártico.

4 - Canadá, Terra Nova e Labrador
Localizado a 430 quilômetros da província de Sr. John's, a petroleira Chevron perfura o mais profundo poço de petróleo em águas canadenses. A exploração a mais de 2500 metros de profundidade começou em maio deste ano e é mundialmente considerada uma prática de riscos.

5 - Austrália, Mar do Timor
A costa norte da Austrália Ocidental é considerada uma auto-estrada "marinha" para golfinhos, baleias e tartarugas ameaçadas de extinção, e já foi cenário de um dos piores desastres petrolíferos do país. Em agosto de 2009, uma ruptura na plataforma Montara vazou petróleo por mais de três meses. O acidente afetou a fauna e a flora das ilhas indonésias do Timor e levou à falência pescadores locais.


6 - Mar do Norte, costa oeste das ilhas Shetland
Águas profundas e condições climáticas extremas demandam condições técnicas especiais, que poucas empresas dominam. Um vazamento iria infligir danos consideráveis em mamíferos, aves marinhas e em todo o ecossistema marinho. No começo do ano, o governo britânico concordou em oferecer milhões de libras de benefícios fiscais para as empresas petrolíferas que exploram águas ultra-profundas ao largo da costa.

7 - Nigéria, Delta do Níger
De 1969 pra cá, as explorações de petróleo no Delta do Níger têm derramado tanto petróleo quanto o acidente do Exxon Valdez em 1989, nos EUA. Os acidentes recorrentes dizimam as populações de peixes, prejudicam terras agrícolas, e destroem os recursos naturais para sobrevivência de 60% da população.

8 - Rússia, Mar de Okhotsk
O mar de Okhotsk é explorado pelo petróleo e pelo gás, mas a agitação de suas águas dificulta as perfurações. Localizado ao norte do oceano Pacífico, o mar está sujeito a ventos fortes, intensas nevadas, icebergs e pouca visibilidade. Suas ondas variam entre um e três metros, mas podem chegar a 19 metros durante tempestades.

9 - Brasil, Bacia de Santos
Na costa sul do Rio de Janeiro, o campo Tupi está localizada abaixo de uma camada de sal que, em alguns pontos, tem até sete mil metros de espessura. As extrações do pré-sal devem atingir profundidades bem acima da média de outras perfurações em curso no Brasil, que ficam em torno dos cinco mil metros.

10 - Estados Unidos (Alasca), Chukchi e Beaufort Seas
Se algum acidente ocorrer na região, planos e ações de controle chegariam tardiamente. A área tem localização remota, sujeita a intensas nevascas e baixa visibilidades. Cientistas ainda estudam formas de controlar a propagação de petróleo em águas geladas.

FONTE:http://ecoharmonia.blogspot.com/2010/07/conheca-os-10-campos-de-petroleo-mais.html
A lista negra
1 - Estados Unidos, Golfo do México
Decorrente ao grande vazamento que jorrou mais ou menos 60 mil barris de petróleo no mar durante mais de quatro meses
2 - Austrália, Margaret River
A exploração de petróleo na região, que fica a 85 km da cidade de Margaret River, costa oeste australiana, foi aprovada este ano. Um acidente no local, considerado santuário potencial silvestre, constituiria um cataclisma ambiental - cerca de 90% da vida marinha australiana se concentra ali.
3 - Refúgio Nacional de Vida Silvestre do Ártico
As explorações acontecem na planície costeira da maior reserva silvestre americana, em uma região conhecida como "1002". Encontram-se aí mais de 80 espécies de aves e 30 de mamíferos, incluindo ursos polares em risco de extinção. Segundo a GRFA, faltam planos e equipamentos adequados para responder a uma ruptura, como a do Golfo, no Oceano Ártico.
4 - Canadá, Terra Nova e Labrador
Localizado a 430 quilômetros da província de Sr. John's, a petroleira Chevron perfura o mais profundo poço de petróleo em águas canadenses. A exploração a mais de 2500 metros de profundidade começou em maio deste ano e é mundialmente considerada uma prática de riscos.
5 - Austrália, Mar do Timor
A costa norte da Austrália Ocidental é considerada uma auto-estrada "marinha" para golfinhos, baleias e tartarugas ameaçadas de extinção, e já foi cenário de um dos piores desastres petrolíferos do país. Em agosto de 2009, uma ruptura na plataforma Montara vazou petróleo por mais de três meses. O acidente afetou a fauna e a flora das ilhas indonésias do Timor e levou à falência pescadores locais.

6 - Mar do Norte, costa oeste das ilhas Shetland
Águas profundas e condições climáticas extremas demandam condições técnicas especiais, que poucas empresas dominam. Um vazamento iria infligir danos consideráveis em mamíferos, aves marinhas e em todo o ecossistema marinho. No começo do ano, o governo britânico concordou em oferecer milhões de libras de benefícios fiscais para as empresas petrolíferas que exploram águas ultra-profundas ao largo da costa.
7 - Nigéria, Delta do Níger
De 1969 pra cá, as explorações de petróleo no Delta do Níger têm derramado tanto petróleo quanto o acidente do Exxon Valdez em 1989, nos EUA. Os acidentes recorrentes dizimam as populações de peixes, prejudicam terras agrícolas, e destroem os recursos naturais para sobrevivência de 60% da população.
8 - Rússia, Mar de Okhotsk
O mar de Okhotsk é explorado pelo petróleo e pelo gás, mas a agitação de suas águas dificulta as perfurações. Localizado ao norte do oceano Pacífico, o mar está sujeito a ventos fortes, intensas nevadas, icebergs e pouca visibilidade. Suas ondas variam entre um e três metros, mas podem chegar a 19 metros durante tempestades.

9 - Brasil, Bacia de Santos
Na costa sul do Rio de Janeiro, o campo Tupi está localizada abaixo de uma camada de sal que, em alguns pontos, tem até sete mil metros de espessura. As extrações do pré-sal devem atingir profundidades bem acima da média de outras perfurações em curso no Brasil, que ficam em torno dos cinco mil metros.
10 - Estados Unidos (Alasca), Chukchi e Beaufort Seas
Se algum acidente ocorrer na região, planos e ações de controle chegariam tardiamente. A área tem localização remota, sujeita a intensas nevascas e baixa visibilidades. Cientistas ainda estudam formas de controlar a propagação de petróleo em águas geladas.

FONTE:http://ecoharmonia.blogspot.com/2010/07/conheca-os-10-campos-de-petroleo-mais.html
O Brasil está mais consciente em caráter ambiental
Tanta propaganda, tanta mídia, tanta preocupação, está nos levando a um maior grau de consciência ambiental, de acordo com a organização científica sem fins lucrativos National Geographic e a empresa de pesquisa GlobeScan realizam, anualmente, uma pesquisa para determinar o índice verde em 17 países.
Eles avaliam o que as pessoas estão fazendo para minimizar os impactos do consumo: nos transportes, na forma de uso dos recursos domésticos (energia e água) e dos alimentos, além de diversas outras ações que fazem parte do cotidiano da população. Ao todo, são analisadas 65 áreas do comportamento de consumo.
Pela segunda vez consecutiva os consumidores brasileiros ficaram em segundo lugar no índice verde, demonstrando que estão conscientes e que se preocupam com o meio ambiente, adotando uma postura sustentável em suas vidas. Em primeiro lugar, também pela segunda vez consecutiva, ficaram os indianos. Na lanterna, como os que menos se esforçam, estão os norte-americanos e os canadenses.
A maior barreira percebida pela pesquisa é o greenwashing – quando as empresas mentem sobre suas ações favoráveis ao meio ambiente. O aspecto que apresentou mais melhorias foi o consumo dos recursos domésticos, como energia elétrica e água.


Fonte:http://blog.maua.br/2010/07/consumidores-brasileiros-em-segundo-lugar-no-indice-verde/
Eles avaliam o que as pessoas estão fazendo para minimizar os impactos do consumo: nos transportes, na forma de uso dos recursos domésticos (energia e água) e dos alimentos, além de diversas outras ações que fazem parte do cotidiano da população. Ao todo, são analisadas 65 áreas do comportamento de consumo.
Pela segunda vez consecutiva os consumidores brasileiros ficaram em segundo lugar no índice verde, demonstrando que estão conscientes e que se preocupam com o meio ambiente, adotando uma postura sustentável em suas vidas. Em primeiro lugar, também pela segunda vez consecutiva, ficaram os indianos. Na lanterna, como os que menos se esforçam, estão os norte-americanos e os canadenses.
A maior barreira percebida pela pesquisa é o greenwashing – quando as empresas mentem sobre suas ações favoráveis ao meio ambiente. O aspecto que apresentou mais melhorias foi o consumo dos recursos domésticos, como energia elétrica e água.


Fonte:http://blog.maua.br/2010/07/consumidores-brasileiros-em-segundo-lugar-no-indice-verde/
Bioinvasão....problema sério e atual
Enquanto o mundo se preocupa com outros problemas, a bioinvasão está num índice alto de se espalhar cada vez mais.Existe deversas formas que seres vivos são transportados e aqueles que transportam nem sabem que estão fazendo tal processo de mudança biológica.
O transporte pode se fazer por carro, avião, moto, voçê, trem e principalmente os navios, em relação aos seres do mar, entre eles algas, crustáceos e moluscos, carregados na água dos porões dos navios e que podem causar desastres ambientais quando chegam em portos estrangeiros, onde muitas vezes não encontram predadores naturais e se alastram.
Durante a reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que ocorre nesta semana em Natal, cientistas que estudam o mar explicaram que ainda não há solução definitiva para esse problema, e que o Brasil tem vários exemplos de animais que já causaram transtornos ambientais.
A água, em geral captada nos portos onde os navios saem, é utilizada pelas embarcações para dar equilíbrio quando a viagem é feita sem carga. Ao chegar ao porto de destino, a chamada “água de lastro” é liberada, causando uma migração involuntária de milhões de seres vivos.

Segundo a bióloga, um dos piores exemplos de espécie exótica que se alastrou pelo Brasil foi o mexilhão dourado. Ele veio da Ásia nos porões dos navios e se tornou uma praga nos rios brasileiros, chegando até o Pantanal. O animal se espalhou com tanto vigor que agora causa problema para as usinas hidrelétricas, pois se incrusta nos equipamentos e atrapalha a passagem da água.
O cientista Marco Cutrim, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), explica que os pesquisadores têm dificuldade para criar mecanismos que controlem esses seres depois que eles foram soltos na natureza, e aponta que faltam pesquisas sobre a biologia marinha. "No Nordeste no Norte nós não conhecemos nem a nossa biota [conjunto de seres que habitam um ambiente]."
No Brasil, a Marinha exige a troca da água de lastro em mar aberto antes que os navios cheguem aos portos. Há também normas específicas para o Rio Amazonas, para que embarcações não soltem água salgada em portos fluviais.
Segundo Flávio da Costa Fernando, pesquisador do Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira, ligado à Marinha, a substituição da água resolve parte do problema, mas não é totalmente eficaz, já que os navios não foram construídos para isso, e microorganismos invasores podem permanecer nos porões durante a troca.
O pesquisador explica que já foram feitas experiências com substâncias químicas para tratar a água, mas esses elementos podem matar os organismos nativos dos portos quando a água for desembarcada.
Fonte:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/07/bioinvasao-trazida-por-navios-desafia-cientistas-brasileiros.html
O transporte pode se fazer por carro, avião, moto, voçê, trem e principalmente os navios, em relação aos seres do mar, entre eles algas, crustáceos e moluscos, carregados na água dos porões dos navios e que podem causar desastres ambientais quando chegam em portos estrangeiros, onde muitas vezes não encontram predadores naturais e se alastram.
Durante a reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que ocorre nesta semana em Natal, cientistas que estudam o mar explicaram que ainda não há solução definitiva para esse problema, e que o Brasil tem vários exemplos de animais que já causaram transtornos ambientais.
A água, em geral captada nos portos onde os navios saem, é utilizada pelas embarcações para dar equilíbrio quando a viagem é feita sem carga. Ao chegar ao porto de destino, a chamada “água de lastro” é liberada, causando uma migração involuntária de milhões de seres vivos.
Segundo a bióloga, um dos piores exemplos de espécie exótica que se alastrou pelo Brasil foi o mexilhão dourado. Ele veio da Ásia nos porões dos navios e se tornou uma praga nos rios brasileiros, chegando até o Pantanal. O animal se espalhou com tanto vigor que agora causa problema para as usinas hidrelétricas, pois se incrusta nos equipamentos e atrapalha a passagem da água.
O cientista Marco Cutrim, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), explica que os pesquisadores têm dificuldade para criar mecanismos que controlem esses seres depois que eles foram soltos na natureza, e aponta que faltam pesquisas sobre a biologia marinha. "No Nordeste no Norte nós não conhecemos nem a nossa biota [conjunto de seres que habitam um ambiente]."
No Brasil, a Marinha exige a troca da água de lastro em mar aberto antes que os navios cheguem aos portos. Há também normas específicas para o Rio Amazonas, para que embarcações não soltem água salgada em portos fluviais.
Segundo Flávio da Costa Fernando, pesquisador do Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira, ligado à Marinha, a substituição da água resolve parte do problema, mas não é totalmente eficaz, já que os navios não foram construídos para isso, e microorganismos invasores podem permanecer nos porões durante a troca.
O pesquisador explica que já foram feitas experiências com substâncias químicas para tratar a água, mas esses elementos podem matar os organismos nativos dos portos quando a água for desembarcada.
Fonte:http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/07/bioinvasao-trazida-por-navios-desafia-cientistas-brasileiros.html
quarta-feira, 28 de julho de 2010
A logística reversa
O que seria isso???. No mundo de hoje que o "ter" é mais importante do que o "ser", nos remete a pensar nesse assunto.
A logística reversa é um processo que cuida do fluxo de produtos, embalagens, ou qualquer outro tipo de material, desde o local de consumo até o ponto de origem. Ou seja, o inverso da logística corrente. Ela coloca o fabricante como responsável ciclo de vida de um produto, já que estes são depreciados com o tempo, param de funcionar, ou simplesmente ficam obsoletos.
Nos dias de hoje a logística reversa ganha ainda mais importância, principalmente porque estamos diante de um dos maiores problemas das cidades, sejam elas grandes, médias ou pequenas: lixo. Sem ter onde descartar ou dar destino correto aos resíduos e insumos gerado pelo crescente consumo, países desenvolvidos vêm impondo cada vez mais medidas restritivas para que as empresas sejam responsabilizadas por todo ciclo de vida de seus produtos.
Há alguns anos a Europa criou uma diretiva chamada WEEE (Waste Electrical and Electronic Equipment), que tem como base o princípio do poluidor-pagador. Em vigor desde 2005, a diretiva impõe que produtores e importadores de eletroeletrônicos arquem com custos de coleta seletiva, transporte, tratamento e reciclagem depois dos produtos serem descartados. O mais interessante dessa diretiva é que, por mais que seja restrita à Europa, ela impacta qualquer empresa que queira comercializar no continente.
Com essa responsabilidade em mãos, até como forma de diminuir custo, as empresas procuram reaproveitar o máximo dos produtos, insumos e resíduos coletados. Assim, a reciclagem ganha status de protagonista em um processo fundamental para o desenvolvimento sustentável do planeta. No caso da reciclagem de eletrônicos, o processo é ainda mais vital, já que as substâncias químicas utilizadas na fabricação dos equipamentos são muito prejudiciais ao meio ambiente. No entanto, o custo é altíssimo e se for responsabilidade unicamente dos fabricantes, pode inviabilizar a produção.
Em alguns países europeus, a conta da reciclagem do chamado e-waste é dividida com o consumidor, que paga uma taxa adicional para a realização do serviço. Inclusive, o valor é discriminado em nota fiscal. Mas aí pensemos em uma medida como essa na realidade brasileira, onde somos massacrados por uma carga tributária imoral. Como aplicar esse processo de forma que o consumidor não seja ainda mais onerado?
Read more: http://www.sustentabilidadecorporativa.com/2010/07/traduzindo-jargoes-de-sustentabilidade.html#ixzz0v07kQzDQ
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
A logística reversa é um processo que cuida do fluxo de produtos, embalagens, ou qualquer outro tipo de material, desde o local de consumo até o ponto de origem. Ou seja, o inverso da logística corrente. Ela coloca o fabricante como responsável ciclo de vida de um produto, já que estes são depreciados com o tempo, param de funcionar, ou simplesmente ficam obsoletos.
Nos dias de hoje a logística reversa ganha ainda mais importância, principalmente porque estamos diante de um dos maiores problemas das cidades, sejam elas grandes, médias ou pequenas: lixo. Sem ter onde descartar ou dar destino correto aos resíduos e insumos gerado pelo crescente consumo, países desenvolvidos vêm impondo cada vez mais medidas restritivas para que as empresas sejam responsabilizadas por todo ciclo de vida de seus produtos.
Há alguns anos a Europa criou uma diretiva chamada WEEE (Waste Electrical and Electronic Equipment), que tem como base o princípio do poluidor-pagador. Em vigor desde 2005, a diretiva impõe que produtores e importadores de eletroeletrônicos arquem com custos de coleta seletiva, transporte, tratamento e reciclagem depois dos produtos serem descartados. O mais interessante dessa diretiva é que, por mais que seja restrita à Europa, ela impacta qualquer empresa que queira comercializar no continente.
Com essa responsabilidade em mãos, até como forma de diminuir custo, as empresas procuram reaproveitar o máximo dos produtos, insumos e resíduos coletados. Assim, a reciclagem ganha status de protagonista em um processo fundamental para o desenvolvimento sustentável do planeta. No caso da reciclagem de eletrônicos, o processo é ainda mais vital, já que as substâncias químicas utilizadas na fabricação dos equipamentos são muito prejudiciais ao meio ambiente. No entanto, o custo é altíssimo e se for responsabilidade unicamente dos fabricantes, pode inviabilizar a produção.
Em alguns países europeus, a conta da reciclagem do chamado e-waste é dividida com o consumidor, que paga uma taxa adicional para a realização do serviço. Inclusive, o valor é discriminado em nota fiscal. Mas aí pensemos em uma medida como essa na realidade brasileira, onde somos massacrados por uma carga tributária imoral. Como aplicar esse processo de forma que o consumidor não seja ainda mais onerado?
Read more: http://www.sustentabilidadecorporativa.com/2010/07/traduzindo-jargoes-de-sustentabilidade.html#ixzz0v07kQzDQ
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
domingo, 18 de julho de 2010
Transgênicos
Eu estava interessado sobre esse papo de transgênico, porque é verdade o que afirmam que :"Você é aquilo que você come"??, bem, também o ruim é não saber o que se está comendo ou que empresa está produzindo o alimento e como está produzindo, será que essas empresas não agridem o meio ambiente?? O Governo brasileiro deveria focar mais sobre esse fato, existe uma lei ainda em vigor para identificar os produtos transgênicos dos ditos naturais, eu tenho quase certeza que o governo não aprovou essa lei porque as empresas que "fabricam" esses transgênicos são grandes, posssui uma enorme cota na bolsa, ou seja dão bastante lucro ao país, será uma teoria da conspiração? Isso eu deixo para vocês, porém eu acredito que a população não irá consumir um produto transgênico devido a dúvidas e a própria mídia, principalmente as ONGs, como o Greenpeace, que divulgou esse video para alertar de forma assustadora do que o transgênico é. Vejam logo abaixo
Não estou sendo contra o greenpeace, eu até apoio as suas ações, ás vezes precipitadas, porém eles fazem, como não existe nenhuma pesquisa que comprove o dano ou a eficácia do transgênico, as ONGs estão jogando duro
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Odiar os Estados Unidos? Por que?

Não estou propondo o ódio, como sugere o BinLaden, apenas o ato da dúvida no titulo pode causar essa impressão, mas o ódio aqui será interpretado pela grande gafe que os Estados Unidos fazem com o planeta e com o seu próprio povo, apenas darei dois motivos atuais e bem fortes. O primeiro, subdividido em dois fatos que serão: a guerra do Iraque e a do Afeganistão, até hoje tropas americanas estão esperando a resposta do Obama para retornarem para casa, o que antes eram motivos como: a caça do BinLaden e a derrocada de governos não democráticos caiu por terra, nesse video, logo abaixo, mostra um soldado americano dando o seu depoimento de como é ser um soldado americano ex combatente da guerra do Iraque e a atitude do exército, o eles pensam a respeito da guerra, um video chocante e muito importante para entender que nem todos os americanos, ou sua grande maioria, não sentem o prazer da guerra
O segundo motivo, e bastante atual, o vazamento de petróleo ocorrido no Golfo do México este acontecimento vem sendo considerado o 11 de setemro ambiental, tentaram de tudo para a retirada do produto, robôs, drenagem, utlização de dispersante, até boia feita com cabelos humanos estão sendo utlizados, nada puderam resolver e muito pouco conseguiram, com isso a mancha de óleo só cresce ameaçando flora e fauna, além dos pescadores locais que sobrevivem com a pesca ,estão sentindo o quanto foi catastrófico o fato. E o que é engraçado, se pode dizer assim, é que os Estados Unidos não sabem o que fazer, um país que é simbolo de tecnologia na prospecção do petróleo não sabe controlar o seu acidente ambiental, bem irônico!!!!!!..Esse video logo abaixo, mostra de forma bem escrachada e cínica o que se pode fazer para acabar com essa sujeira, simbolizando o petróleo com o café e a mesa o local do derramamento.
sábado, 19 de junho de 2010
Cadê o rio que estava aqui??

Tarde ensolarada de sexta-feira. Eu e alguns colegas de trabalho seguiamos de carro para almoçar no Imbuí, quando nos deparamos com uma cena que nos chamou a atenção: As obras já em fase de conclusão no rio das Pedras, ou melhor sobre onde outrora era visto o canal de esgoto no qual havia se transformado esse curso d'água. Logo, uma colega minha exclamou:
- Olha como tá ficando bonito aqui!
- Sim, mas cadê o rio? exclamei.
- Olha como tá ficando bonito aqui!
- Sim, mas cadê o rio? exclamei.
- Aquele rio já era. Respondeu ela...
Muito se tem discutido sobre a atual política executada pelo prefeito de Salvador, João Henrique, de realizar grandes obras de cobertura de rios que circulam na cidade, com o objetivo de instalar áreas de lazer. Cobrir rios urbanos não é uma prática recente, afinal temos áreas da Baixa dos Sapateiros, Bonocô e Estrada da Rainha que possuem rios sob o percurso de suas vias de circulação, porém o que vemos agora tem um certo ineditismo pela intencionalidade dessas ações.
Muito se tem discutido sobre a atual política executada pelo prefeito de Salvador, João Henrique, de realizar grandes obras de cobertura de rios que circulam na cidade, com o objetivo de instalar áreas de lazer. Cobrir rios urbanos não é uma prática recente, afinal temos áreas da Baixa dos Sapateiros, Bonocô e Estrada da Rainha que possuem rios sob o percurso de suas vias de circulação, porém o que vemos agora tem um certo ineditismo pela intencionalidade dessas ações.Essa questão é interessante se analisarmos a situação através do ponto de vista dos principais agentes envolvidos no processo: Os moradores das áreas de entorno desses empreendimentos, que majoritariamente apoiam o projeto, pois terão à disposição equipamentos de lazer e uma valorização consequente dessas ações urbanísticas; os órgãos governamentais onde testemunhamos uma série de imbróglios entre a prefeitura e os órgãos ambienteais estaduais no tocante a maneira que a obra seria implantada e de alguns grupos sociais e organizações ligadas ao meio ambiente, que consideram a prática extremamente danosa, uma vez que interfere no ecossistema e inviabiliza qualquer tentativa de recuperação desses rios a longo prazo.
A qualidade dos rios urbanos quase sempre é precária, de ambientes cheios de vida no passado, se transformam, com a intensa urbanização em verdadeiros corredores de esgoto a ceu aberto.
A meu ver, atitudes como a da prefeitura servem apenas para esconder aos olhos da sociedade o verdadeiro problema que existe que é a agonia dos rios urbanos; Salvador é carente em áreas de lazer, é fato e as populações das áreas vizinhas a essas obras tem toda razão em exigir do poder público uma melhor qualidade de vida e bem estar, mas condenar a morte um rio cuja situação de degradação atual foi fruto do próprio crescimento urbano, está longe de ser a melhor alternativa ao problema.
Exemplos como a revitalização impressionante do rio Cheonggyecheon em Seul, na Coréia do Sul, demonstram que vontade política, aliada a boa aplicação dos recursos disponíveis podem devolver vida mesmo ao mais morimbundo dos rios urbanos e ao mesmo tempo garantir qualidade de vida para toda a socidade.
A qualidade dos rios urbanos quase sempre é precária, de ambientes cheios de vida no passado, se transformam, com a intensa urbanização em verdadeiros corredores de esgoto a ceu aberto.A meu ver, atitudes como a da prefeitura servem apenas para esconder aos olhos da sociedade o verdadeiro problema que existe que é a agonia dos rios urbanos; Salvador é carente em áreas de lazer, é fato e as populações das áreas vizinhas a essas obras tem toda razão em exigir do poder público uma melhor qualidade de vida e bem estar, mas condenar a morte um rio cuja situação de degradação atual foi fruto do próprio crescimento urbano, está longe de ser a melhor alternativa ao problema.
Exemplos como a revitalização impressionante do rio Cheonggyecheon em Seul, na Coréia do Sul, demonstram que vontade política, aliada a boa aplicação dos recursos disponíveis podem devolver vida mesmo ao mais morimbundo dos rios urbanos e ao mesmo tempo garantir qualidade de vida para toda a socidade.
Assinar:
Postagens (Atom)